O Governo do Paraná e a província francesa da Bretanha assinaram uma carta de intenções para a comercialização de soja convencional. Uma comitiva acompanha a vice-governadora da Bretanha, Pascale Loget, ao Paraná para conhecer as ações adotadas pelo Estado contra o plantio e a comercialização de organismos geneticamente modificados.
De acordo com a vice-governadora, a maior parte da soja que a região recebe é do Rio Grande do Sul e o governo local não quer soja transgênica nem para alimentação animal.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Ela disse que os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) degradam a qualidade dos alimentos e 80% da população francesa já manifestaram ser contra o consumo mesmo indiretamente, no leite ou na carne. A região da Bretanha importa anualmente seis milhões de toneladas de grãos.
O governador Roberto Requião disse que o Estado teria perdido US$ 60 milhões em royalties e US$ 120 milhões neste ano se tivesse permitido o plantio, a comercialização e a exportação de transgênicos.
Informações da ABr