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Moeda

Após 2 dias de alta, dólar cai 1,1% e fecha a R$ 2,08

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33
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Após subir 2,28% nos últimos dois dias, o dólar comercial inverteu a direção hoje e fechou em baixa de 1,14% a R$ 2,082 no mercado interbancário de câmbio. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedeu 1,14% e fechou cotado a R$ 2,081. A taxa de câmbio caiu amparada na melhora do cenário externo e da recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo. Houve ingressos de recursos pelo segmento financeiro no mercado local destinados a aplicações em ações e em renda fixa e também um aumento de posições vendidas de corretores estrangeiros no mercado futuro de dólar, disse um operador.

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O Banco Central voltou a comprar moeda em leilão realizado à tarde. Contudo, as cotações ampliaram as mínimas após a operação, diante da aceleração dos ganhos pela Bovespa. No leilão, o Banco Central deve ter comprado cerca de US$ 187 milhões, apurou um operador consultado. A taxa de corte na operação foi de R$ 2,0903. A taxa mínima registrada hoje no câmbio foi de R$ 2,08.

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Diante da alta das Bolsas norte-americanas e no Brasil, os investidores posicionados no mercado futuro de dólar reforçaram as ordens de vendas a fim de migrar para a Bolsa em busca de compras de pechincha em alguns dos setores mais atingidos pelo declínio das ações nos últimos três dias, disse um operador de tesouraria de um banco estrangeiro. Neste período, o Ibovespa perdeu 5,28%. Segundo esta fonte, o mercado de câmbio futuro já abriu em baixa, influenciando as cotações à vista, e reforçou esse movimento durante a sessão, diante da movimentação dos investidores, que foi amparada pela recuperação parcial de perdas hoje nas bolsas norte-americanas, após a realização de lucros nas sessões anteriores.


O gerente da mesa de câmbio da Arkhe DTVM, Arlindo Sá, avaliou que o cenário externo um pouco melhor hoje amparou o apetite por risco e a queda do dólar no exterior e também no mercado local. Segundo ele, a dúvida sobre a consistência da discreta melhora recente da economia em países como EUA e China - que deu fôlego aos ganhos das Bolsas - não deve ser sanada no curto prazo. Contudo, foi o ambiente externo que justificou o comportamento dos ativos financeiros domésticos nesta quinta-feira.


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