Notícias

Após aprovação do Cade, Telefónica compra GVT

25 mar 2015 às 19:21

Com a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a espanhola Telefónica foi autorizada nesta quarta-feira (25) a comprar a GVT (Global Village Telecom) da Vivendi.

O sinal verde do Cade segue-se à autorização dada em dezembro de 2014 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para a concretização do negócio entre Telefónica e Vivendi e para a troca de ações proposta na transação.


A Telefônica Brasil está, a partir de agora, totalmente autorizada a iniciar o processo de integração de Vivo e GVT. Para isso, a Telefônica proporá ao Conselho de Administração da Telefônica Brasil a indicação de Amos Genish, atual CEO da GVT, como novo Presidente e CEO da Telefônica Brasil.


A previsão é que o executivo ocupe a posição após o fechamento da operação, que deverá ocorrer no primeiro semestre deste ano, desde que respeitados os acordos celebrados com a Vivendi. Desde já, Genish liderará o processo de integração e a definição de uma estratégia de futuro totalmente orientada ao cliente.


A integração da GVT faz do Grupo Telefónica o líder no mercado brasileiro. Com mais de 100 milhões de acessos, a nova Telefônica Brasil será a número 1 do mercado em quantidade de clientes e receitas.


Telefónica S.A. e Vivendi fecharam, em setembro de 2014, o acordo final para a venda da GVT (Global Village Telecom) para a Telefónica. As duas empresas acordaram, em 29 de agosto de 2014, estabelecer uma negociação exclusiva para essa transação.

A negociação inclui o pagamento, em dinheiro, de 4,6 bilhões de euros à Vivendi, além de uma participação de 12% no capital social da Telefônica Brasil, após sua integração com a GVT. Além disso, a Vivendi aceitou a oferta da Telefónica para adquirir 1,1 bilhão de ações ordinárias referentes à participação que a Telefónica possui na Telecom Italia e que representam uma participação de 8,3% do capital com direito a voto (ou 5,7% de seu capital social). Em troca, a Vivendi cederá 4,5% do capital a que tem direito na empresa resultante da integração de Telefônica Brasil e GVT.


Continue lendo