Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Críticas

Corte dos juros frustra a sociedade, diz CNI

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 1,5 ponto porcentual, para 11,25% ao ano, foi contida e "frustra a sociedade, os agentes produtivos e a indústria brasileira". "Esse movimento de aceleração no corte dos juros, ainda que na direção correta, não tem a intensidade necessária ao momento", afirmou o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, em nota enviada à imprensa.

Para a CNI, o corte de 1,5 ponto "ainda mostra descompasso com o esforço de evitar a recessão e suas consequências danosas ao País, às empresas e ao emprego". "Entendemos que é urgente a adoção de uma postura mais agressiva, com redução de juros compatível com as exigências do momento", defendeu Monteiro Neto, que pediu que a taxa Selic caia para o nível de um dígito "com tempestividade".

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Cadastre-se em nossa newsletter

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) também divulgou nota comentando a decisão do Copom. A Firjan expressa aprovação ao corte de 1,5 pp na taxa Selic, mas pede avanço nas reformas estruturais para garantir maior competitividade à indústria brasileiras. "A intensificação dos impactos da crise internacional sobre a economia brasileira, somada à trajetória confortável dos índices de inflação, justifica o corte mais acentuado da taxa Selic", diz o texto que, no entanto, "chama atenção para a necessidade de medidas complementares". Além das reformas, em especial a tributária, a entidade lista entre as medidas o aumento do investimento público, principalmente na área de infraestrutura.


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas