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Cotação

Dólar comercial abre em baixa a R$ 2,092

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33
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O dólar comercial abriu em baixa de 0,95% hoje, cotado a R$ 2,092 no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda norte-americana caiu 1,68%, a R$ 2,122. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu em baixa de 0,9% a R$ 2,092.

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Mais um teste se impõe hoje a eventuais intenções do mercado de se defender um piso para a taxa de câmbio doméstica. O ambiente externo mostra-se favorável à ampliação do interesse de investidores estrangeiros por ativos com rendimentos mais elevados.

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Nesta quinta-feira, três bancos centrais reduziram os juros básicos no exterior, sendo que a autoridade monetária inglesa colocará mais dinheiro em circulação no mercado financeiro local, e vazamentos sobre os resultados do teste de estresse dos bancos dos Estados Unidos, assim como o balanço com prejuízo de US$ 6 bilhões na montadora norte-americana General Motors (GM) não inibem a atual tendência de otimismo.


Hoje, o Banco Central Europeu (BCE) reduziu sua taxa básica em 0,25 ponto porcentual, para 1% ao ano. Afrouxamento monetário semelhante foi feito pelo BC checo, com a taxa de desconto cedendo para 0,50%. O BC da Islândia reduziu sua taxa básica de juros em 2,50 ponto porcentual, para 13% ao ano, acelerando o processo de afrouxamento monetário após cortes em março e em abril. O BC da Inglaterra (BoE, o banco central inglês) manteve a taxa inalterada em 0,5% ao ano, mas comprará mais títulos, colocando mais dinheiro no sistema financeiro para destravar o fluxo de crédito e dinamizar a economia.


Nos EUA, há informações preliminares de que pelo menos seis bancos - JPMorgan Chase, Goldman Sachs, MetLife, American Express, Bank of New York Mellon Corp. e Capital One Financial Corp. - não serão solicitadas a levantar capital adicional. Em contraste, os reguladores do sistema bancário

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disseram para o Bank of America tomar medidas para resolver um déficit de capital de cerca de US$ 34 bilhões, o maior rombo entre os bancos avaliados. Outros também precisarão captar. A GM, por sua vez, apresentou prejuízo de US$ 6 bilhões, mas nada trincou o clima favorável ao risco. O euro subia 0,45%, a US$ 1,3344, enquanto o dólar avançava 0,91%, para 99,35 ienes, sem que haja busca da segura moeda japonesa.

Com esse clima, o mercado tem ainda que se debruçar sobre a ata do encontro da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom) e tentar definir se o BC vai seguir em seu processo de afrouxamento monetário. A ata sugere que sim, já que o Banco Central do País destacou a necessidade de atualização de algumas regras vigentes atualmente no sistema financeiro em meio ao processo de flexibilização monetária. Atualmente, a equipe econômica avalia eventual mudança na rentabilidade da caderneta de poupança para fazer face a um cenário de juros mais baixo.


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