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Dólar comercial abre em baixa de 0,45% a R$ 1,973

Agência Estado
24 jun 2009 às 23:13
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O dólar comercial abriu hoje em baixa de 0,45%, negociado a R$ 1,973 no mercado interbancário de câmbio, acentuando o movimento de queda registrado ontem, quando a moeda norte-americana cedeu 2,08% e fechou o pregão cotada a R$ 1,982. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu o dia em queda de 0,51%, cotado a R$ 1,97.

O resultado da reunião de política monetária do Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve) é o destaque da agenda de hoje. O assunto merecerá interesse na medida em que for capaz de determinar o rumo dos mercados financeiros internacionais e domésticos. Por ora, os investidores dão sinais de que aguardarão a decisão com otimismo moderado, embalados, principalmente, pelas previsões menos pessimistas feitas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a economia global.

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A OCDE, que reúne 30 países desenvolvidos mas não conta com a participação do Brasil, avalia que a economia de seus membros terá contração este ano de 4,1% e registrará crescimento de 0,7% em 2010. Em março, a projeção era de contração de 4,3% para 2009 e de 0,1% em 2010. Trata-se da primeira revisão positiva nas projeções da OCDE desde junho de 2007, antes do início da crise financeira.

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A OCDE alertou ainda que os formuladores de política não devem retirar o estímulo, que tem sido essencial para a retomada, muito cedo. A organização disse que os bancos centrais das economias desenvolvidas devem manter o juro básico perto de zero até 2011 e pediu que o Banco Central Europeu corte sua taxa de 1,0% na reunião de julho.


No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a taxa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de junho, que ficou em 0,38%. O dado não deve interferir nas decisões do mercado de câmbio, embora tenha potencial para interferir no mercado de juros futuros.

No exterior, em meio ao clima ameno registrado pelas bolsas, o dólar ganha valor ante o euro. Porém, perante as moedas emergentes, a queda da moeda norte-americana é generalizada.


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