Pesquisar

Canais

Serviços

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
De olho nos EUA

Dólar comercial fecha em baixa de 0,09% a R$ 2,17

Agência Estado
31 dez 1969 às 21:33
Continua depois da publicidade

O dólar comercial fechou as negociações desta segunda-feira em leve baixa de 0,09%, cotado a R$ 2,17. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em contratos de liquidação à vista, a moeda americana subiu 0,09% e encerrou a sessão a R$ 2,173. O ritmo de negócios foi reduzido, em meio à expectativa com balanços do primeiro trimestre que serão divulgados esta semana nos Estados Unidos. Pelo menos cinco dos 30 componentes do índice Dow Jones divulgam seus resultados nos próximos dias: as instituições financeiras Citigroup, JPMorgan e as companhias Johnson & Johnson e General Electric. Hoje, o banco Goldman Sachs anunciou um lucro líquido de US$ 1,81 bilhão no primeiro trimestre.

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE

O noticiário mais favorável sobre a China no fim de semana amparou o sentimento recente sobre um aparente início de melhora da economia do país. Contudo, a incerteza sobre os resultados corporativos norte-americanos e receios de que a montadora General Motors (GM) possa ser forçada a pedir concordata impuseram cautela aos negócios. O fluxo cambial foi pequeno e aparentemente positivo, segundo os operadores consultados.

Continua depois da publicidade


Com o desinteresse dos investidores em assumir grandes posições, seja na compra ou na venda, as cotações do dólar no câmbio doméstico oscilaram dentro de uma margem relativamente estreita e intercalando leves altas e quedas. O giro financeiro total foi de cerca de US$ 2,1 bilhões.


"O mercado estará de olho nos balanços nos EUA, que podem trazer ou não grande volatilidade aos negócios nos próximos dias. Por isso, ninguém assumiu grande posição neste início da semana dadas as incertezas. Contudo, se os resultados das empresas e bancos vierem em linha com as expectativas, é possível que o dólar recue", disse o operador José Carlos Amado, da Renascença Corretora.

No fim de semana, a China informou que a produção industrial em março cresceu 8,3%, o superávit comercial foi melhor do que o projetado e os empréstimos novos em yuan atingiram novo recorde no mês passado, sugerindo que a obtenção de fundos não deve ser mais um problema.


Continue lendo

Últimas notícias

Publicidade