Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

R$ 1,82

Dólar comercial registra queda expressiva

Agência Estado
27 mai 2010 às 18:47

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!

O dólar comercial fechou o dia em baixa de 1,62%, cotado a R$ 1,826 no mercado interbancário de câmbio, na maior queda desde o dia 10 deste mês, quando caiu 4,11%. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista fechou em baixa de 1,52%, a R$ 1,815.

Hoje, a negativa da China sobre a suposta intenção de revisar sua posição em títulos de dívida de países da zona do euro levou os investidores a venderem dólares e buscarem ações e moedas de emergentes, como o real. Em maio, no entanto, o dólar comercial ainda acumula alta de 5,12% em maio.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.


Na BM&F, o dólar à vista continua a apresentar baixo volume de negócios. Hoje, as primeiras operações ocorram apenas após as 14h36. Foram apenas duas, com volume financeiro de US$ 1 milhão. Para se ter uma ideia, no dia 21 deste mês, a movimentação foi de US$ 66 milhões - um resultado já considerado fraco na época.


Para um operador, a aceleração da queda do dólar no período da tarde não teve uma razão específica. "Viemos numa espiral baixista muito forte nos últimos dias. Hoje, o humor melhorou e o mercado resolveu puxar as taxas", afirmou. Ele lembra, porém, que mesmo com a queda de hoje o dólar comercial se manteve acima de R$ 1,81 durante todo o dia.


Diante da reação dos mercados, o órgão regulador de câmbio da China (Safe) veio hoje a público para dizer que as informações de que o país estaria revisando sua posição em títulos de dívida da zona do euro não têm fundamento. A nação asiática tem as maiores reservas do mundo, de US$ 2,5 trilhões.

Cadastre-se em nossa newsletter

"Para entendermos o quanto seria incoerente a China adotar qualquer medida que incite maior desvalorização do euro é só atentarmos para o fato de que a União Europeia é a maior importadora de produtos chineses, superando inclusive os Estados Unidos. Desta forma, qualquer atitude que promova desvalorização do euro traria à China maior impacto do que o que já esta causando", salientou em relatório Sidnei Nehme, diretor executivo da NGO Corretora de Câmbio.


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas