Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Vendido a R$ 3,21

Dólar fecha próximo de R$ 3,20 e cai 18,6% no semestre; bolsa sobe 19%

Agência Brasil
30 jun 2016 às 21:29

Compartilhar notícia

Reprodução
siga o Bonde no Google News!

Em queda pelo terceiro dia seguido, a moeda norte-americana fechou próximo de R$ 3,20 e acumula recuo de 18,6% no semestre. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (30) vendido a R$ 3,213, com queda de R$ 0,024 (-0,73%). A cotação está no menor nível desde 21 de julho do ano passado (R$ 3,173).

No início da tarde, o dólar chegou a operar abaixo de R$ 3,20, mas reduziu o ritmo de queda nas horas finais de negociação. Apenas em junho, a divisa acumulou queda de 11,05%.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.


O euro também caiu, fechando em R$ 3,566, com recuo de R$ 0,03 (-0,85%). A cotação também encerrou no menor nível desde 22 de julho de 2015, quando a divisa tinha sido vendida por R$ 3,524.


O dia também foi de bom desempenho no mercado de ações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou a sessão com alta de 1,03%, aos 51.527 pontos. Foi o terceiro dia seguido de valorização. O índice terminou o primeiro semestre com valorização de 18,9%.


Apesar da alta da maioria das ações do Ibovespa, os papéis da Petrobras, os mais negociados, tiveram leve queda depois de dois dias seguidos de alta. Os papéis ordinários, com direito a voto em assembleia de acionistas, recuaram 0,52%, para R$ 11,51. Os papéis preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos, caíram 0,84%, para R$ 9,42. No semestre porém, as ações da estatal acumularam alta de 40,4% (ordinárias) e de 34,3% (preferenciais).

Cadastre-se em nossa newsletter

Esse foi o terceiro dia seguido de ganhos no mercado financeiro depois de turbulências provocadas pelo resultado do referendo no Reino Unido. A expectativa de que bancos centrais dos principais países desenvolvidos promovam medidas de estímulo monetário beneficiam países como o Brasil. Isso porque os investidores estrangeiros aproveitam os juros baixos nos países desenvolvidos para aplicarem recursos financeiros em países emergentes, que cobram juros elevados.


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas