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Mercado global

Dólar sobe a R$ 1,967 atento ao cenário externo

Agência Estado
16 jun 2009 às 22:12
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O dólar à vista devolveu no início da tarde a queda exibida desde a abertura e subiu, em sintonia com a perda de força do euro ante a moeda norte-americana. Por volta das 15h30, o dólar comercial atingiu a taxa máxima do dia de R$ 1,97 (alta de 0,87%), sendo que a mínima registrada pela manhã foi de R$ 1,935 (-0,92%). No fechamento das negociações no mercado interbancário de câmbio, o dólar comercial subiu, pelo segundo dia seguido, desta vez 0,72%, a R$ 1,967. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançou 0,54% a R$ 1,9635. Contudo, no mês, o dólar comercial apura baixa de 0,15% e no acumulado do ano recua 15,76%. O Banco Central realizou um leilão de compra de dólar à tarde, no qual a taxa de corte das propostas foi de R$ 1,9655.

"O mercado operou de olho na volatilidade do dólar no exterior. Além de o euro ter perdido força nesta tarde, o dólar subiu ante outras moedas de países emergentes, além do real, como a lira turca e o peso mexicano", disse um operador de câmbio de uma corretora de um grande banco nacional. As tensões geopolíticas na Coreia do Norte e Irã também deixam os investidores ressabiados, afirmou a fonte. Para um operador de tesouraria de um banco estrangeiro, as quedas das Bolsas norte-americanas ajudaram a dar suporte de alta para o dólar. Ele atribuiu o recuo dos índices de ações norte-americanos durante à tarde aos sinais divergentes sobre a recuperação da economia nos EUA.

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Pela manhã, o dólar cedeu no mercado global de moedas em meio à retomada das discussões pelo grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) sobre a possibilidade de a divisa dos EUA perder futuramente a posição de moeda de reserva de valor. Os líderes do grupo pediram um sistema de moedas global "mais diversificado", segundo comunicado após a cúpula realizada na Rússia. Não houve, porém, nenhuma menção explícita ao dólar nem aos EUA. Para a fonte da corretora de um banco privado nacional consultada, à medida que o grupo BRIC se fortalecer, a tendência para o dólar será de desvalorização.


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