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Estudo

Entidade prevê piora na economia do Brasil

BBC Brasil
31 dez 1969 às 21:33
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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê, em um relatório divulgado nesta sexta-feira, uma deterioração da situação econômica no Brasil no curto prazo.

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Mas as perspectivas para a economia brasileira, que deverá "sofrer desaceleração", segundo a organização, ainda continuam sendo melhores do que a dos países ricos e grandes emergentes, que deverão registrar "forte desaceleração", diz a OCDE.

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No novo relatório sobre o Indicador Composto Avançado (LCI, na sigla em inglês), a OCDE prevê que a economia brasileira deverá sofrer "desaceleração" nos próximos seis meses.


Nos estudos divulgados pela OCDE em dezembro e janeiro passados, baseados em dados relativos a outubro e novembro de 2008, as previsões da organização em relação ao Brasil eram, no entanto, de "leve desaceleração".


Cálculos

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Para os cálculos do Indicador Composto Avançados (ICA), a OCDE se baseia em diferentes indicadores de movimentos econômicos de curto prazo ligados ao PIB. O nível de 100 pontos é utilizado como referência para classificar o nível de atividade econômica.


Os países que sofrerem queda e ficarem com ICA abaixo de 100 recebem a classificação de "desaceleração".


Dos 35 países analisados no ICA (29 países membros e seis não membros da OCDE), o Brasil é o único que escapa da previsão de forte desaceleração econômica.


Queda


O Brasil, a China, a Índia e a Rússia não integram a OCDE. O Indicador Composto Avançado da China caiu 2,4 pontos em dezembro e sofreu queda de 14 pontos na comparação com o período de um ano.


A Rússia apresenta a maior redução no período de um ano entre todos os países analisados no documento: o indicador do país caiu 17,7 pontos nos 12 últimos meses. Em dezembro, a queda foi de 3,8 pontos na comparação com o mês anterior.


O ICA dos Estados Unidos, de acordo com o relatório da OCDE, diminuiu 1,4 ponto em dezembro e está 9,5 pontos abaixo do nível registrado há um ano.


Na zona euro, a queda foi de 0,9 ponto em dezembro, mas o Indicador Composto Avançado caiu 8,2 pontos em relação aos últimos 12 meses.

No cômputo geral dos países que fazem parte da OCDE, a queda do ICA foi de 1,1 ponto em dezembro passado e de 8,2 pontos em relação ao nível registrado no prazo de um ano.


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