O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) realizou, na manhã desta segunda-feira (9), uma reunião com distribuidoras de combustíveis que atuam na região de Londrina. Das quatro fornecedores com bandeira chamadas, duas compareceram ao encontro e as demais justificaram a ausência. A iniciativa pretende levantar e cruzar informações sobre o preço da mercadoria em Londrina e verificar se há abusos nos valores cobrados na cidade.
"A intenção é dirimir dúvidas sobre este mercado e desenvolver o trabalho de investigação que estamos fazendo acerca da política de preços das distribuidoras e das revendas", explica o delegado do Gaeco, Alan Flore. Segundo ele, ainda não é possível apontar as divergências e eventuais irregularidades encontradas neste início de investigação. "É um tema complexo, mas procuramos descobrir o porquê de o preço em Londrina ser mais elevado que em cidades vizinhas", afirma.
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Em uma próxima etapa da investigação, distribuidoras de bandeiras brancas (sem marcas) serão convidadas a repassar informações. "Queremos saber se o combustível está caro na distribuição, uma vez que a variação de preços nos postos pode ser atribuída às diferenças de custos operacionais e outros fatores, que por sua vez acabam sendo repassados ao consumidor final", diz Flore.