O site de buscas na internet Google vai cortar quase 200 posições da área de vendas e marketing em todo o mundo, argumentando que organizações sobrepostas tornaram sua equipe "menos efetiva e eficiente do que deveriam ser".
O Google tem sido mais resistente à crise econômica do que outras companhias de tecnologia e, até recentemente, vinha evitando demissões. O primeiro corte de empregos da história da empresa foi anunciado em janeiro, quando 100 posições da área de recrutamento foram eliminadas.
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Os cortes representam 1% dos 20 mil empregados da empresa. A companhia também tomou outras medidas para redução de custos, como a diminuição do horário dos serviços de alimentação e a oferta de aparelhos celulares aos funcionários em vez de bônus em dinheiro no fim do ano.
A empresa vai fornecer pacotes de pagamentos e benefícios aos funcionários que deixarem a companhia e vai tentar alocar cada indivíduo em alguma outra função na empresa. O Google não divulgou os encargos que espera ter com relação aos cortes e não informou quando eles deverão ser feitos.
Em fevereiro, o Google disse que estava abandonando o negócio de venda de anúncios em rádio e, em janeiro, fechou sua unidade de venda de anúncios em jornais. A companhia também cortou custos ao desativar projetos que não eram diretamente ligados ao seu negócio principal, de anúncios em páginas de busca, que vem sustentando a empresa durante a crise. As informações são da Dow Jones.