O edital de licitação para a construção da nova sede da Junta Comercial do Paraná (Jucepar) será publicado nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial. A informação foi transmitida pelo presidente da Junta, Ardisson Akel, ao governador Beto Richa nesta quarta-feira (18), no Palácio Iguaçu. Com investimento estimado em R$ 19,5 milhões, a nova sede terá 11,9 mil metros quadrados e será construída na Rua Marechal Hermes, próximo ao Museu Oscar Niemeyer, no Centro Cívico.
A partir do momento da publicação, os interessados em participar da licitação têm cerca de 40 dias para apresentar as propostas. "Estamos convidando todas as empresas de engenharia, especialmente as paranaenses, para participar dessa concorrência para construir um prédio moderno e funcional", afirma Akel.
A nova edificação foi concebida para ter acessibilidade total e ser ecologicamente sustentável, com sistemas de aproveitamento de águas pluviais e películas protetoras para evitar o excesso de calor.
"Será um espaço preparado, com segurança e qualidade, para conservar a documentação das empresas, com acesso facilitado para pesquisas, espaço para os clientes e para os funcionários, auditório para treinamentos, plenário para os vogais e estacionamento", explica o presidente da Junta Comercial.
"Hoje ocupamos um prédio que foi construído na década de 1950 para ser supermercado do Exército. Foi todo adaptado, mas tem problemas e é pequeno para nossas atividades", diz Akel.
A construção da nova sede faz parte de um processo de modernização e regionalização dos serviços da Junta. Em parceria com prefeituras, federações, associações comerciais e sindicatos, estão sendo abertos novos escritórios no interior.
Cinco foram abertos em 2011 e a previsão é de que mais 7 escritórios sejam inaugurados até o final do primeiro semestre. Na semana passada foi instalada a unidade em Jacarezinho, no Norte Pioneiro. Os próximos serão em Ubiratã (Centro-Oeste), Cambé (Norte) e Telêmaco Borba (Campos Gerais).
Ardisson Naim Akel destaca que a abertura dos escritórios facilita a atividade empresarial no interior com a formalização de novos negócios e a geração de mais empregos. "Queremos fomentar a formalização das empresas, proporcionando menor custo e maior rapidez nesse processo".
A estrutura dos escritórios é montada em espaço físico próprio e com os equipamentos das associações comerciais. Os funcionários são cedidos pelas prefeituras. "A Junta Comercial oferece treinamentos e acompanha permanentemente o trabalho desenvolvido pelos servidores púbicos", acrescenta Akel.