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Grandes redes de eletrônicos investem em vendas pela web

Agência Estado
20 out 2009 às 11:48

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Reprodução
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As empresas de comércio eletrônico aceleram os investimentos para reformular os sites e torná-los mais acessíveis, especialmente aos consumidores de classe C que, pela primeira vez, adquiriram um computador e agora querem ir às compras pela internet. Ontem, o Magazine Luiza anunciou a reformulação total do seu site, com maior interatividade. A empresa não revelou, porém, as cifras investidas. No mês passado, o Extra.com já havia reformulado o seu site.

"Estamos entrando numa nova etapa do comércio eletrônico", diz o líder da área de consultoria de varejo da IBM Brasil, Alejandro Padron. Segundo ele, o movimento de forte concorrência começou a se desenhar no ano passado, com a entrada do Walmart e das Casas Bahia nas vendas pela internet. "Além disso, o Ponto Frio fez um site praticamente novo no final de 2008", lembra. O Carrefour já anunciou que estreia na rede no ano que vem.

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Dois fatores, segundo Padron, explicam essa concorrência nas vendas online. O primeiro é a "Web 2.0", com a explosão das redes sociais, um fenômeno mundial, e que permite a maior interatividade no comércio eletrônico. O outro fator, típico do mercado brasileiro, é o acesso da classe C à rede mundial de computadores.

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Segundo Pedro Guasti, diretor geral da E-bit, consultoria especializada em informações de comércio eletrônico, o Brasil deve fechar este ano com um total de 17 milhões de consumidores online, 4 milhões a mais que em 2008. E quase a totalidade desses novos clientes são da classe C, observa o consultor. A previsão da consultoria para este ano é que o comércio eletrônico movimente R$ 10,5 bilhões, 30% a mais que em 2008, enquanto o varejo tradicional vai crescer cerca de 6%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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