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IBGE: Produção industrial do Paraná cresce 12%

31 dez 1969 às 21:33

A produção das indústrias do Paraná cresceu 12% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o 17º resultado positivo consecutivo da indústria paranaense, superando a média nacional de 9,7%.

O Estado apresentou queda de 1,5% no índice sazonal com relação a janeiro deste ano. Ainda assim, o Paraná apresenta o terceiro melhor índice do país no acumulado do bimestre de 2008 (15,3%), contra 9,2% do índice Brasil. Já no acumulado nos últimos 12 meses, o Paraná também segue entre os maiores desempenhos nacionais, com alta de 8,1%.


Segundo o secretário estadual da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, o setor automotivo foi o responsável pelo avanço da produção industrial no mês de fevereiro, com alta de 47,7%.


AGRICULTURA – Na análise do IBGE, a explicação do aumento da produção paranaense vai além da ampliação na fabricação de bens de consumo duráveis (automóveis) e de setores produtores de bens de capital (para transporte ou para fins industriais). A recuperação do setor agrícola (máquinas para colheita, tratores e adubos ou fertilizantes) foi fundamental para o crescimento industrial no Estado.


Em fevereiro, a produção paranaense avançou 12%, com alta em nove das quatorze atividades pesquisadas. Além de veículos automotores (47,7%), destacaram-se no levantamento máquinas e equipamentos (25,7%), refino de petróleo e produção de álcool (28,2%) e celulose e papel (14,2%). Nestes ramos, os acréscimos foram na produção de caminhões e automóveis, máquinas para colheita e refrigeradores ou congeladores, óleo diesel e cartolina.


O setor de alimentos foi o principal destaque negativo (-13,2%), influenciado em grande parte pela queda na produção de carnes e miudezas de aves e óleo de soja refinado. No acumulado no ano, o Paraná mostra expansão de 15,3%, com doze dos quatorze ramos aumentando a produção. As maiores contribuições positivas foram de veículos automotores (47,1%), máquinas e equipamentos (28,1%), refino de petróleo e produção de álcool (15,3%) e celulose e papel (14,4%). Entre as pressões negativas, alimentos (-2,9%) e bebidas (-3,8%).

As informações são da Agência Estadual de Notícias.


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