A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão de sexta-feira (21), com alta de 1,58% e o principal índice do mercado acionário, o Ibovespa, fechou com 57.728 pontos – maior patamar desde 31 de julho do ano passado.
Foi o quarto pregão seguido de alta, depois das depressões de sexta-feira da semana passada (14) e da última segunda-feira (17), em decorrência da percepção de recuperação da economia doméstica e do melhor ritmo de atividades no mercado imobiliário dos Estados Unidos.
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Otimismo reforçado pela declaração, hoje cedo, do presidente do Federal Reserve (Fed) – Banco Central norte-americano -, Ben Bernanke, de que a perspectiva de retomada do crescimento da economia mundial é muito boa.
Com essa sinalização, o pregão, que tinha começado com leve alta, recebeu maior impulso, de modo que o giro financeiro somou R$ 5,26 bilhões no final do dia, em um patamar acima dos movimentos normais. Na semana, a alta da Bovespa foi de 1,92%, e no acumulado do mês soma 5,41% a mais.
Enquanto isso, a cotação do dólar fechou o quarto pregão seguido em queda, pois, além da aparente calmaria no mercado financeiro, o Banco Central divulgou, na última quarta-feria (19), que o fluxo cambial nas duas primeiras semanas do mês estava com saldo positivo de US$ 2,022 bilhões, o que significa aumento da oferta da moeda norte-americana e sua consequente desvalorização.
A cotação do dólar caiu 0,65% hoje e fechou a R$ 1,829 para compra e a R$ 1,831 para venda, com queda acumulada de 1,19% na semana. No paralelo, a moeda norte-americana está cotada a R$ 1,74 para compra e a R$ 1,96 para venda.