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Preços

Inflação medida pelo IPC-S inicia o ano em alta

Agência Brasil
31 dez 1969 às 21:33
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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu de 0,52 % (medição encerrada em 31 de dezembro de 2008) para 0,68% (coleta de preços fechada em 7 de janeiro deste ano), um avanço em 0,16 ponto percentual. Dos sete grupos pesquisados, quatro apresentaram aumentos de preços.

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A maior elevação foi constatada no grupo educação, leitura e recreação, cuja variação mais que dobrou em relação à da pesquisa anterior, passando de uma alta de 0,37% para 0,84%. De acordo com a nota técnica da FGV, esse aumento foi provocado, principalmente, pelo período característico de reajuste de preços das mensalidades escolares. Na média , a pesquisa constatou que os cursos formais passaram de uma estabilidade para uma alta de 0,88%.

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Os alimentos também tiveram expansão de preços na primeira semana do ano, de 0,44 ponto percentual, com variação positiva de 1,04%, ante 0,60% verificado na última semana de dezembro. No período, houve uma reversão na cotação das frutas, que estavam custando em média 2,52% a menos, na pesquisa anterior, e tiveram aumento de 1,44% neste começo de ano. Os preços dos cereais mais populares, o arroz e o feijão, mantiveram em deflação, de 4,8%. No entanto, a pesquisa indica aceleração, uma vez que a taxa anterior estava em -5,99%.


Na lista dos produtos alimentícios que mais apresentaram variações negativas estão limão (de -38,52% para -41,52%); feijão carioquinha (de -17,06% para -14,03%); o acém (de -4,06% para -4,68%) e carne moída (de -2,62 para -2,91%). O óleo de soja passou de uma variação de -4,73% para -3,53%; o tomate, de 45,70% para 22,85%; a batata inglesa, de 5,44% para 12,39%; e a cenoura, de 15,13% para 23,50%.


Em transportes, o IPC-S subiu de 0,72% para 0,82%, com destaque para a elevação da tarifa de ônibus urbano (de 0,99% para 1,48%). Em despesas diversas, ocorreu uma ligeira alta, de 0,37% para 0,38%), atribuída ao aumento de rações para animais, de 0,78% para 1,03%.

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Já os artigos de vestuário tiveram desaceleração e apresentaram taxa de 0,36%, ante 0,52% do levantamento anterior, com queda de preços das roupas (de 0,85% para 0,54%). No grupo habitação, a taxa, embora positiva com alta de 0,33%, indica queda no ritmo de correções, motivada pelo recuo na tarifa de eletricidade residencial (de 0,29% para 0,06%). A variação anterior do grupo havia sido de 0,36%.

Em saúde e cuidados pessoais, a pesquisa da FGV apurou uma leve redução, de 0,71% para 0,70%. O movimento foi influenciado pela oferta de artigos de higiene e cuidado pessoal com valores um pouco mais em conta (de 1,21% para 1,14%).


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