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Juiz nega pedido para fechar supermercados

09 ago 2009 às 19:53

O aumento dos casos de gripe A no Paraná tem feito com que vários sindicatos e representantes de trabalhadores peçam na Justiça medidas preventivas contra a doença ou até o fechamento de alguns estabelecimentos.

A Rádio CBN Curitiba informou que no final de semana, a Justiça do Trabalho concedeu liminar exigindo que os bancos de Curitiba e região metropolitana adotem medidas para monitorar o fluxo de pessoas no interior das agências e facilitar o atendimento médico a gestantes e empregados que apresentem sintomas de gripe.


A limitar também determina que os bancos disponibilizem álcool em gel, máscaras e lenços descartáveis para os funcionários. Caso descumpram as determinações, a Justiça estipulou multa diária de mil reais por agência.


Supermercados


Em outra ação, a Justiça do Trabalho de Curitiba negou o pedido de fechamento dos supermercados. A solicitação do Ministério Público foi negada porque o juiz James Josef, da 13ª Vara do Trabalho, considerou excessiva a paralisação dos atendimentos por avaliar que não há nenhuma recomendação oficial dos órgãos sanitários neste sentido. O magistrado também entendeu que a pretensão pode gerar pânico coletivo.


Também foi negado o pedido de limitação do acesso aos supermercados. O juiz, no entanto, aceitou o pedido quanto à obrigatoriedade dos supermercados colocarem à disposição dos funcionários o álcool gel, máscaras cirúrgicas e lenços descartáveis.


Apesar de haver nenhuma ação na Justiça no sentido de suspender o transporte coletivo, a Urbs, responsável pelo transporte coletivo em Curitiba, emitiu uma nota afirmando que os ônibus vão continuar operando normalmente.

O comunicado esclarece que boatos e e-mails dando conta de uma possível paralisação do transporte em função da gripe A não tem qualquer fundamento e que o sistema de transporte está e continuará operando normalmente. (As informações são da Rádio CBN Curitiba).


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