Atualmente, Londrina tem cerca de 2.500 imóveis para alugar entre apartamentos, casas e estabelecimentos comerciais, no entanto, seria necessário aproximadamente 8 mil imóveis para suprir a demanda de locação de uma cidade com mais de 500 mil habitantes.
Em entrevista a Rádio Brasil Sul, o presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Londrina e Região (Sincil) Marco Antônio Bacarin, Londrina vive uma situação de mercado semelhante a Curitiba e outras grandes cidades do Brasil. O déficit de aproximadamente 5.500 imóveis também contribui com a alta no valor dos alugueis. "Acaba inflacionando o mercado e puxando o preço para cima. Hoje é muito difícil encontrar apartamentos de 1 ou 2 quartos com bons valores de locação. Já os imóveis maiores tem um público menor por causa do preço salgado", comentou.
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Segundo Bacarin, o retorno na aquisição de imóveis para locação é semelhante ao investimento na poupança, o que prejudica o mercado atual. "Antes o retorno de aluguel era de 1% ao mês para residências e 1,5% para estabelecimentos comerciais", lembrou.
No entanto, o presidente do Sincil informou que a evolução da construção civil beneficiou a oferta de apartamentos novos para primeira locação. "Mas ainda é pouco para uma cidade do tamanho de Londrina", avaliou. (Com informações da Rádio Brasil Sul)