O real objetivo do programa 'Minha Casa, Minha Vida' está longe de ser concretizado, na opinião de empresários do setor de construção. Eles alegam que a alta dos preços dos imóveis e o aumento das exigências estão inviabilizando a construção das unidades do programa do governo federal.
"Apartamento que eu vendia por R$ 90 mil no início hoje está por R$ 170 mil", afirma o empresário Eduardo Aroeira Almeida, sócio-diretor da Apex Engenharia, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo.
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A presidente Dilma Rousseff promete elevar a meta de construção do 'Minha Casa' de 2 milhões para mais 600 mil unidades até o fim de 2014. "Eles contam com a construção civil para atravessar a crise, mas para isso o Ministério das Cidades vai ter de ser mais ousado na definição das faixas", defende Almeida.