O Procon de Londrina notificou os 99 postos de combustíveis da cidade para apresentar documentos sobre os preços cobrados durante a paralisação dos caminhoneiros com bloqueios nas rodoviais estaduais e federais no final de fevereiro.
Segundo o coordenador do órgão de defesa do consumidor, Rodrigo Brum Silva, o Procon recebeu 30 denúncias de cobranças abusivas em postos de combustíveis. Quatro fiscais visitaram os estabelecimentos entre os dias 25 e 27 de fevereiro.
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No entanto, em todos os postos fiscalizados não havia documentos fiscais da comercialização dos dias anteriores, o que impossibilita a confirmação do aumento abusivo. "Assim, solicitamos a documentação dos postos para comprovar se não houve aumento neste período. Se a elevação do preço for confirmar, o estabelecimento terá que justificar o aumento", explicou Brum.
A princípio, 30 postos foram notificados. Em seguido, o pedido foi encaminhado para todos os postos de Londrina. "Após a notificação, o estabelecimento tem cinco dias para apresentar os documentos solicitados", acrescentou.
Brum também informou que durante os dias 12 e 20 de fevereiro, o Procon fiscalizou a exposição de preços nos postos de combustíveis a pedido do Ministério Público. Nenhuma irregularidade foi encontrada durante a operação.