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Produção industrial do PR tem a maior alta desde 2004

Agência Estadual de Notícias
31 dez 1969 às 21:33

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A produção industrial do Paraná atingiu, no primeiro quadrimestre de 2008, alta de 10,1%, a maior elevação desde o período setembro-dezembro de 2004 (14,2%). Segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em abril, o Paraná cresceu 9,7%, comparado ao mesmo mês do ano anterior. Este é o 19.º resultado mensal positivo e consecutivo da indústria paranaense e chegou próximo à média nacional de abril (10,1%).

O Paraná apresenta o melhor índice na região Sul no acumulado de 2008 (10,1%). Santa Catarina e Rio Grande do Sul fecharam, de janeiro a abril, 4,1% e 6,5% respectivamente. Já no acumulado dos últimos doze meses, o Paraná também segue entre os maiores desempenhos nacionais, com alta de 7% na produção industrial.

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Segundo o secretário estadual da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, a implantação de políticas públicas voltadas a empresas facilita investimentos por parte de empresários e aumento da capacidade produtiva, inclusive para o mercado exterior, como os países do Mercosul. "O Paraná também já é um Estado com alta produção de valor agregado, passando do setor automotivo ao tecnológico, caracterizando assim a nossa produção como referência para todo o Brasil", acrescenta.


Diferentes setores produtos


Na análise do IBGE, o desempenho paranaense é reflexo dos setores produtores de bens de capital, bens de consumo duráveis e de itens tipicamente de exportação.


DESTAQUE - No índice mensal, os principais destaques da indústria foram veículos automotores (53,8%), máquinas e equipamentos (26,3%) e celulose e papel (13,7%), principalmente devido a maior produção de caminhões, máquinas para colheita e cartolina. Por outro lado, os impactos negativos mais significativos vieram de alimentos (-8,2%) e, em menor medida, de mobiliário (-12,5%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-14,5%).

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Durante o ano, nove ramos apresentaram crescimento. As maiores elevações vieram de veículos automotores (41,8%), máquinas e equipamentos (24,3%) e celulose e papel (13,4%). As principais pressões negativas foram de alimentos (-6,3%) e produtos químicos (-9,7%), em função da queda na fabricação de carnes e miudezas de aves.


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