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Projeção para crescimento em 2009 volta a cair

Agência Brasil
31 dez 1969 às 21:33

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Os analistas de mercado voltaram a reduzir a projeção para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto, PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil) em 2009. Segundo o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base pesquisa feita com analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia, a expectativa passou de 2,8% para 2,5%. Para este ano, foi mantida a estimativa de 5,24%.

A projeção para o crescimento da produção industrial também é menor, tanto em 2008 quanto no próximo ano. Os percentuais passaram, respectivamente, de 5,76% para 5,47% e de 3,10% para 3,05%.

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Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 38% do PIB, ante a expectativa anterior de 38,45%. Para 2009, a estimativa passou de 38% para 37,76%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade do Brasil de honrar seus compromissos.


Na avaliação dos analistas, o dólar deve chegar ao final deste ano em R$ 2,27, contra os R$ 2,20 previstos anteriormente. Para 2009, o ajuste foi de R$ 2,15 para R$ 2,20.


A estimativa para o superávit comercial (saldo de exportações menos importações) este ano subiu de US$ 23,6 bilhões para US$ 23,8 bilhões. Para 2009, a projeção aumentou de US$ 13,66 bilhões para US$ 14bilhões.


Os analistas mantêm, há cinco semanas, a expectativa de déficit de US$ 30 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 e e há uma semana não alteram a expectativa de mesmo valor para o próximo ano.

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A projeção para o investimento estrangeiro direto (dinheiro que entra na parte produtiva da economia, a chamada economia real, gerando emprego e renda) em 2008 foi mantida em US$ 35 bilhões e para 2009 caiu de US$ 25 bilhões para US$ 24 bilhões.


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