O presidente da Cohapar, Rafael Greca, detalhou nesta terça-feira (12), na Escola de Governo mostrou como serão distribuídas as habitações por municípios no programa "Minha Casa, Minha Vida".
O Programa dá subsídio para cidades de mais de 100 mil habitantes, capitais e municípios de regiões metropolitanas. Os recursos previstos pelo Governo Federal para o Estado são da ordem de R$ 1,76 bilhão e prevê a construção de 44.172 moradias no Paraná. Sendo que 32.173 casas poderão ter seus projetos coordenados pela Cohapar.
Nas regras atuais do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ há um limite de casas possíveis em cada município, proporcional à população local, e ao déficit habitacional do Brasil. "Já temos os números possíveis para os 25 municípios da Grande Curitiba, que somam 12.202 moradias, e também os das cidades com mais de 100 mil habitantes do Paraná, no caso Londrina (4.418), Maringá (2.893), Apucarana (1.023), Guarapuava (1.460), Cascavel (2.536), Foz do Iguaçu (2.763), Paranaguá (1.185), Ponta Grossa (2718), e Toledo (975)que têm à disposição 19.971 casas", explicou Greca.
Vários municípios já disponibilizaram áreas para a Cohapar estudar e verificar a viabilização do programa, como por exemplo Araucária (177 lotes), Campina Grande do Sul (763), Contenda (24), entre outros, mas todos devem passar por estudos de viabilidade. "Em Contenda, por exemplo, a área foi doada à Cohapar pelo prefeito Hélio Luis Boçoen e será repassada ao Fundo de Arrendamento (Far) do ‘Minha Casa, Minha Vida’. Ainda faltam 107 terrenos, já que o município pode ter 131 casas segundo a Caixa", explicou o presidente da Cohapar.
Greca também mostrou quais são as áreas já disponíveis do Patrimônio do Estado para implantação de novos loteamentos. "Hoje estamos oferecendo perto de 2 mil lotes com os projetos para várias cidades com terrenos do Governo do Paraná, da Cohapar e dos municípios que já nos entregaram as terras, livres de problemas, para fazerem parte do fundo de arrendamento do novo programa", enfatizou Greca.