O Banco Central atualiza constantemente o Pix para ampliar a segurança e simplificar os pagamentos diários dos brasileiros.
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A opção de Pix por aproximação ganhou mais flexibilidade no dia 1º de outubro de 2026. Com o fim do teto padronizado, os pagamentos dessa modalidade passam a respeitar os limites gerais da conta do cliente.
O combate às fraudes também recebeu reforços expressivos por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0). A nova versão da ferramenta rastreia o caminho do dinheiro por várias contas de forma automatizada. Em setembro de 2026, o prazo para contestar estornos indevidos subiu para 80 dias. O foco da medida é recuperar os recursos roubados com maior agilidade.
O que vem por aí em 2027
A partir de 1º de março de 2027, os comprovantes de Pix não exibirão mais propagandas, links ou ofertas comerciais.
Os aplicativos dos bancos também adaptarão a interface de contestação do MED até março de 2027. O objetivo principal é tornar o processo mais simples e didático, com etapas claras para cada tipo de problema. Assim, o cliente saberá de imediato que conflitos comerciais sem fraude não contam com devolução garantida pelo sistema.
Além dessas medidas de segurança, o Banco Central já regulamentou a cobrança híbrida para fevereiro de 2027. Esse formato inovador reunirá o código de barras tradicional e o QR Code do Pix no mesmo boleto.