O Brasil está atrasado com relação à pesquisa de alimentos transgênicos. A afirmação é do presidente do Centro Nacional de Recursos Genéticos (Cenargen), Luiz Antonio de Castro, durante o Encontro Brasil/Grã Bretanha - Plantas Transgênicas, em Curitiba. Ele disse ainda que a resistência aos organismos geneticamente modificados (OGMs) beneficia diretamente os produtores de defensivos químicos, que perderiam mercado para os alimentos modificados.
O mercado mundial de agrotóxicos movimenta anualmente US$ 40 bilhões, dos quais o Brasil consome cerca de US$ 2,5 bilhões.
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Segundo o professor do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Rubens Nodari, os defensores dos transgênicos estão indo com muita sede ao pote. Nodari critica a pressa com que eles querem aprovar a liberação dos alimentos modificados, pois nem mesmo a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pelo controle do assunto, definiu como será a rotulagem dos transgênicos.
Atualmente, o plantio de OGMs é proibido no País, sendo permitidas apenas as lavouras experimentais para fins de pesquisa científica.
Leia mais em reportagem de Rosane Henn, na Folha do Paraná/ Folha de Londrina desta quarta-feira