Instituída a partir de 1994 com o objetivo de viabilizar financiamento rural com recursos da iniciativa privada, a Cédula de Produto Rural (CPR) não tem sido eficaz para a cultura de milho no Paraná. Essa é a análise do gerente do Banco do Brasil Edmilson Santos Assunção, que defende na próxima quarta-feira sua dissertação de mestrado sobre o tema, na Universidade Federal de Santa Catarina, como parte do programa de pós-graduação em Engenharia da Produção.
Pela CPR, o produtor rural, associações ou cooperativas podem vender antecipadamente a produção agropecuária. O valor da produção é recebido no ato da sua formalização, com o comprometimento de entrega futura em local e data estipulados no título. Mais flexível, esse sistema permite o financiamento das atividades de produção no momento e no volume que for mais favorável ao produtor.
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