O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Paraná (Sindicombustíveis) considera o reajuste mais frequente no preço dos combustíveis ‘perfeitamente normal’ dentro de um mercado livre, que vigora no Brasil desde o começo do ano. Anteontem a Petrobras informou que isso pode acontecer em julho.
De acordo com o presidente do Sindicombustíveis, Roberto Fregonese, como o mercado dos combustíveis foi aberto em 1º de janeiro, o valor do produto deveria flutuar livremente. ‘O Chile, que possui um mercado muito parecido com o nosso, teve 40 variações no preço do combustível no ano passado’, disse. Para ele, a livre flutuação, sem intervenção governamental, beneficiaria o consumidor.
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