Uma semana, duas notas de falecimento endereçadas a jornalistas do Norte do Paraná. Depois da precoce partida de Iara Rossini Lessa, aos 56 anos, a semana marcada pela comemoração do 73º aniversário da Folha de Londrina reservou outro indesejável "adeus" para integrantes de uma geração de apaixonados pelo nobre ofício.
Em especial, repórteres, editores e demais funcionários que atuavam na "casa", a partir da década de 1970. Aos 71 anos, o jornalista Pedro Wagner morreu na manhã desta quarta-feira (10), em Cambé, depois de 20 dias internado em um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), lutando contra complicações causadas pela Covid-19.
O segundo perfil da semana contrasta com o primeiro em gênero e tom de voz. Depois da mulher conhecida por disparar críticas de forma ácida, o homem calmo, de poucas palavras e com perfil conciliador.
Gaúcho de Santo Cristo, Wagner não dispensava a bebida que é característica de toda a América do Sul, o chimarrão, especialmente ao lado da esposa, Cidinha, quem é facilmente identificada nas fotos que publicava em uma rede social.
Na Folha de Londrina, leia mais sobre a trajetória de Wagner.