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Falecida na madrugada desta terça-feira (23), Roseli Abrão deu pontapé à sua carreira jornalística na sucursal curitibana da Folha de Londrina - Reprodução/Facebook
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Luto na imprensa

Morre ex-jornalista da Folha de Londrina, Roseli Abrão

Gustavo Batista - Estagiário*
23 nov 2021 às 11:50
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Ana Cunha, filha da jornalista Roseli Abrão, recorreu ao Facebook para anunciar a partida da mãe ocorrida na madrugada desta terça-feira (23). A parente prometeu detalhes acerca do velório e sepultamento em breve, mas não revelou a causa da morte.

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Abrão formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná. Sua atuação na imprensa teve início na sucursal curitibana da FOLHA de Londrina. Teve passagens, inclusive, no jornal O Estado do Paraná, onde chegou a chefiar a equipe de reportagem, e no Correio de Notícias, que pôde contar com a colaboração dela até sua última tiragem, em 1995.

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O Correio lhe deu a oportunidade de especialização no segmento político. Lá, ela editou a coluna "Política e Políticos" e assinou sua própria. Cobriu e comentou a política brasileira em outros veículos, como o Diário Popular e o site horaHNews. 


Roseli Abrão se envolveu em campanhas eleitorais e assessorou partidos políticos. Seu currículo ainda inclui o trabalho na Agência Estadual de Notícias do Paraná, veículo oficial de informações do Governo do Estado, durante as gestões de Alvaro Dias e Roberto Requião.


Leia também: Jornalista Iara Lessa morre aos 55 anos; ex-colegas de trabalho prestam homenagem

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A biografia profissional da jornalista consta no site autoral de informações políticas, que leva seu nome. A última publicação dele remete ao primeiro dia de novembro, quando a profissional noticiou a maioria contrária à candidatura do ex-ministro da justiça Sérgio Moro.


Reações


As reações ao comunicado de Ana Cunha foram de lamentações e nostalgia. A jornalista Mari E. Tortato, também ex-FOLHA, relembrou os tempos em que dividia a redação do Correio de Notícias com Abrão: "Oh, que triste! Trabalhei com Roseli alguns anos no Correio de Notícias, depois participamos das mesmas coletivas de imprensa na área de política. Ela sempre serena, nunca um rompante, uma fala mais alta. Correta, segura, gentil e amigável..."


Mário Luiz Milani avalia que a partida da comunicadora deixa uma lacuna na imprensa estadual: "Meus sentimentos aos familiares. O jornalismo paranaense fica mais pobre e perde uma profissional ética e de caráter irretocável. Triste."


Ana Carvalho exaltou a competência da jornalista: "Meus sentimentos. Eu a admirava como profissional. Cruzei algumas vezes e sempre agia com profissionalismo e cordialidade."


*Sob supervisão de Larissa Ayumi Sato.


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