Pesquisar

Canais

Serviços

Isaac Fontana/Framephoto/Folhapress
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Tragédia

Direção do autódromo afirma que árvore que caiu em adolescente durante temporal estava sadia

Pedro Marconi - Grupo Folha
25 out 2021 às 20:17
Continua depois da publicidade

O diretor do Autódromo Internacional Ayrton Senna de Londrina, Julio Sales classificou a queda de uma árvore sobre um adolescente de 13 anos, no último sábado (23), como uma fatalidade. “Foi uma tragédia inesperada. Nenhuma árvore que temos está condenada. As que estavam erradicamos em abril. Temos árvores no autódromo justamente por conta do vento e para evitar que o som vá para a região (em dias de provas). Todas as árvores que temos estão sadias”, relatou. 

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE


O eucalipto ficava no espaço onde normalmente são montadas as arquibancadas. A área estava vazia pelas 500 milhas de Londrina ter sido classificada como de pequeno porte, com capacidade para, no máximo 1.500 pessoas. A informação que chegou à direção do palco esportivo é de que pai e filho, que estavam no evento, iam embora no momento em que a árvore despencou com a força dos ventos. De acordo com apuração da reportagem, o incidente foi a poucos metros do carro da família. 

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade


A ambulância médica que estava no lugar e tinha sido contratada para o evento foi acionada, no entanto, ao chegar constatou que o adolescente já havia sido levado pelos próprios parentes até o Hospital da Zona Norte, a cinco quilômetros do autódromo. O garoto deu entrada na instituição às 18h10 vítima de traumatismo craniano e em parada cardiorrespiratória. 


“Fizemos a reanimação, levamos para a sala de emergência e ele foi intubado. No entanto, ele teve nova parada e não resistiu. A família ficou no hospital o tempo todo e fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Era um traumatismo craniano grave”, explicou Reilly Lopes, diretor do hospital. O óbito foi registrado por volta das 19h01. 


O reconhecimento do corpo aconteceu na manhã de domingo (24) no IML (Instituto Médico Legal) e o enterro no final da tarde, no cemitério parque das Allamandas. “O organizador do evento estava com a documentação em ordem. Estava tudo tranquilo e por conta da tempestade veio essa tragédia”, destacou Julio Sales. As 500 milhas foram interrompidas no sábado, com as provas sendo retomadas no domingo (24) de manhã.  

Continue lendo