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Mercado Shangri-lá de Londrina: Cohab licita lojas e estuda concessão do espaço

Vitor Ogawa - Grupo Folha
13 jan 2022 às 09:28
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A Cohab (Companhia de Habitação de Londrina) está licitando 20 das 33 lojas situadas no Mercado Municipal Shangri-lá, entre as quais quatro delas incluem espaço para depósito, mas já estuda a possibilidade de fazer a concessão do mercado para a iniciativa privada, que ficaria responsável pela administração da estrutura e eventuais melhoras. A informação é do presidente da Cohab, Luiz Cândido de Oliveira, que destacou que ainda não há prazo para que essa concessão seja concretizada, já que a prioridade é realizar a parceria público-privada em outros lugares como o autódromo Ayrton Senna, a rodoviária e a construção do anexo do centro administrativo da Prefeitura de Londrina. 

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Sobre o edital de licitação das lojas divulgado agora, os espaços possuem parcelas mensais mínimas na faixa de R$ 300 a R$ 3,7 mil, as salas comerciais possuem área total que varia de 21,68 m² a 274,66 m², e estão localizadas na rua Visconde de Mauá com avenida Pandiá Calógeras. 

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Prazo


Segundo Oliveira, a realização do atual edital com a permissão de uso pelo prazo de 36 meses, com a possibilidade de ser prorrogado até o limite de 60 meses, é o prazo legal determinado pela lei de licitações, portanto não pode ser ampliado, que é uma das reivindicações de lojistas atuais, que afirmam que o prazo é curto para ter o retorno desejado caso não consigam vencer a licitação. Como os espaços são disponibilizados da maneira em que se encontram, a reforma ficará a cargo de quem assumir o ponto. 


“Das 33 lojas, 13 já estão permissionários, porque já foram feitos os certames em outros momentos. Quer dizer, eles vencem períodos diferenciados. Mas esse prazo gera um desgaste não só para os permissionários, mas para a Cohab-Ld também, porque ele foge do escopo da função da companhia, cuja função primordial é a habitação de interesse social, e não fazer gestão locatícia de mercados municipais. Diante dessa situação é que nós estamos desenvolvendo um trabalho com a Secretaria de Gestão Pública para esse programa de concessão”, ressaltou. “Um dos pedidos do próprio prefeito é que nessa concessão se mantenha as atividades comerciais como lá estão, ou seja, o local que está vendendo fruta continue vendendo fruta e o espaço que está vendendo carne, que continue vendendo carne. O que não dá para garantir é que fique com os mesmos permissionários”, destacou. Ele ressaltou que as permissões que forem concedidas agora deverão ser respeitadas caso essa concessão da estrutura seja viabilizada.  “Eu entendo o lado do patrimônio de conservação, e acho que é um prédio histórico, que tem raízes culturais e arquitetônicas envolvidas. Não é intenção nenhuma da Cohab descaracterizar esse prédio como histórico da cidade”, afirmou.

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