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Cinco carros foram cedidos especificamente para o Programa Universidade Sem Fronteiras; para UEL, há riscos se os veículos forem usados por bolsistas - Arquivo Folha de Londrina
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Com limites

UEL proíbe uso de carros de projetos sociais

Loriane Comeli - Redação Bonde
31 dez 1969 às 21:33
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A Universidade Estadual de Londrina (UEL) proibiu bolsistas do Programa Universidade Sem Fronteiras, financiado pela Secretaria Estadual de Ciência Tecnologia e Ensino Superior (Seti), de dirigirem cinco veículos cedidos para a execução de 35 projetos ligados ao programa, que é executado em cidades da região com baixo índice de desenvolvimento humano (IDH).

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A universidade argumenta que os bolsistas – recém-formados na UEL – não têm vínculo com a instituição e que os veículos não têm seguro. Se algum problema ocorresse com os carros, a responsabilidade seria da UEL.

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Os cinco veículos – quatro Renault Logan e uma perua Kombi – estão parados desde 15 de abril, segundo relatou a professora Vanerli Beloti, que representa a UEL no comitê gestor do Universidade Sem Fronteiras. "Sem os carros, os projetos ficam inviáveis porque as cidades são distantes; alguns projetos ainda não foram iniciados porque os bolsistas não têm como ir até o local",


Um parecer da procuradoria jurídica da universidade considerou ilegal a permissão para os bolsistas dirigirem os carros. Segundo a professora, o texto informa que os bolsistas "são tão-só particulares que se beneficiam do processo em favor pessoal por força de serem bolsistas ou qualquer outro nome que tenham".


Vanerli disse que o reitor da UEL, Wilmar Marçal, mostrou-se irredutível em relação à proibição. "Outras universidades firmaram convênio com a Seti e permitem que os bolsistas utilizem os carros. Vamos levar o problema ao Conselho de Administração e à Seti", afirmou a professora. Segundo ela, o Universidade Sem Fronteira atua em pelo menos 20 municípios da região, 90 bolsistas e 35 professores.

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UEL

O coordenador de comunicação da UEL, Pedro Livoratti, confirmou que os carros não estão sendo liberados para os bolsistas, uma vez que como estão sob responsabilidade da universidade, a instituição teria que arcar com qualquer avaria. Livoratti disse que a universidade solicitou ao Departamento Estadual de Transportes Oficiais (Deto), da Secretaria de Administração, um parecer sobre a liberação dos carros.


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