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Estudo colaborativo

Super explosão cósmica gera elementos necessários à vida, dizem especialistas

Ansa Brasil
26 out 2023 às 11:05
- Arquivo/Ansa
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A criação de elementos químicos raros necessários para a vida se conhecemos atualmente foi observada em uma explosão cósmica gigantesca: a fusão de duas estrelas de nêutrons, a fase final da vida de estrelas muito massivas, que gerou a segunda explosão de raios gama mais intensa já registrada, um milhão de vezes mais brilhante do que toda a Via Láctea.


A descoberta, publicada na revista Nature e liderada pela holandesa Radboud University, foi possível graças a uma série de telescópios espaciais e terrestres, como o James Webb da Nasa, a Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial Canadense, bem como o Fermi da Nasa e da Agência Espacial Italiana, além de contribuições da França, Japão e Suécia.

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Os lampejos de raios gama provêm de jatos que viajam quase à velocidade da luz e podem durar de alguns milissegundos a dezenas de minutos.

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O lampejo observado pelos pesquisadores, liderados por Andrew Levan, chamado GRB 230307A, durou aproximadamente 200 segundos, o que é incomum, uma vez que lampejos tão longos são geralmente produzidos pela morte explosiva de uma estrela massiva, e não pela fusão de duas estrelas de nêutrons.

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Os pesquisadores, ao observarem a explosão cósmica conhecida como kilonova, encontraram telúrio, um elemento químico pesado e raro usado principalmente em ligas com outros metais; iodo, que desempenha um papel no metabolismo dos seres vivos; e tório, um metal radioativo usado, por exemplo, em eletrodos e instrumentos científicos.


"As kilonovas são extremamente raras e muito difíceis de observar e estudar, e é por isso que essa descoberta é tão emocionante", explica Ben Gompertz, da Universidade de Birmingham, coautor do estudo.


Da Itália, colaboraram seis grupos de pesquisa ligados ao Instituto Nacional de Astrofísica, ao Instituto Nacional de Física Nuclear e a Universidade de Ferrara.


Além dos elementos essenciais para a vida, a explosão ainda  revelou vestígios de metais pesados, como ouro e platina, que puderam ser identificados graças à visão no infravermelho do telescópio Webb, que analisou a composição da explosão causada pela colisão de duas estrelas de nêutrons.


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