Tragédia no Norte Pioneiro
A Justiça Federal concedeu, na tarde desta quarta-feira, o interdito proibitório pedido pela Universidade Fede do Paraná em face do Sindicato dos Trabalhadores em Educação em 3º Grau - SINDITEST-PR e outras entidades não identificadas que venham a participar de movimento de protesto na sede da sua Reitoria, para garantir a reunião do Conselho Universitário que votará a adesão ou não do Hospital de Clínicas à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalres, EBSERH, determinando reforço policial e estabelecendo multa de R$ 10 mil ao sindicato para cada um dos 63 conselheiros que vier a ser impedido de entrar na reunião.
A reitoria da UFPR enviou pedido de interdito proibitório para garantir o acesso dos conselheiros universitários ao prédio administrativo da instituição para a votação da proposta de contrato do Hospital de Clínicas com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), amanhã, na reitoria da UFPR. A intenção é evitar que os 63 conselheiros tenham o acesso impedido por manifestantes, como em outras tentativas de realizar a reunião.
"Nós pensamos que seria importante garantir o acesso. Da outra vez, queimaram pneus, fizeram barricadas, cercaram o espaço de acesso ao nosso prédio, é isso que não podemos permitir. Queremos uma proteção para que os conselheiros possam ter o livre acesso à sala dos conselhos, com uma espécie de cordão de isolamento, como em partidas de futebol", disse o reitor Zaki Akel Sobrinho, explicando que quer um isolamento em frente à reitoria, mas deixando o pátio e demais espaços para livre manifestação.
A reunião está marcada para as 9h e os manifestantes prometem concentrarem-se no pátio às 8h. Os funcionários defendem que a mudança de regime de administração do hospital seja definida em um plebiscito, descartado pela reitoria. "Temos dois pareceres jurídicos contrários ao plebiscito, apontando que é uma decisão para ser tomada pelo Conselho. O Conselho Universitário foi eleito para representar a comunidade da UFPR justamente em questões como essa. Essa tentativa de plebiscito é apenas uma manobra protelatória", alega o reitor, que garante que, mesmo que a Justiça não garanta a segurança dos Conselheiros, a reunião vai acontecer.
A reitoria da UFPR enviou pedido de interdito proibitório para garantir o acesso dos conselheiros universitários ao prédio administrativo da instituição para a votação da proposta de contrato do Hospital de Clínicas com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), amanhã, na reitoria da UFPR. A intenção é evitar que os 63 conselheiros tenham o acesso impedido por manifestantes, como em outras tentativas de realizar a reunião.
"Nós pensamos que seria importante garantir o acesso. Da outra vez, queimaram pneus, fizeram barricadas, cercaram o espaço de acesso ao nosso prédio, é isso que não podemos permitir. Queremos uma proteção para que os conselheiros possam ter o livre acesso à sala dos conselhos, com uma espécie de cordão de isolamento, como em partidas de futebol", disse o reitor Zaki Akel Sobrinho, explicando que quer um isolamento em frente à reitoria, mas deixando o pátio e demais espaços para livre manifestação.
A reunião está marcada para as 9h e os manifestantes prometem concentrarem-se no pátio às 8h. Os funcionários defendem que a mudança de regime de administração do hospital seja definida em um plebiscito, descartado pela reitoria. "Temos dois pareceres jurídicos contrários ao plebiscito, apontando que é uma decisão para ser tomada pelo Conselho. O Conselho Universitário foi eleito para representar a comunidade da UFPR justamente em questões como essa. Essa tentativa de plebiscito é apenas uma manobra protelatória", alega o reitor, que garante que, mesmo que a Justiça não garanta a segurança dos Conselheiros, a reunião vai acontecer.