Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

No interior do PR

Mulher acusada de decapitação tem prisão decretada

Redação Bonde com MP-PR
25 jun 2013 às 11:17

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!

A Justiça Estadual acatou pedido do Ministério Público do Paraná e decretou, na última semana, a prisão preventiva de uma mulher acusada de ser mandante de um crime que causou grande repercussão na cidade de Ortigueira, na região Centro-oriental do estado. Maria Castorina Machado, conhecida como Maria Bonita, foi presa preventivamente acusada de homicídio qualificado e ocultação de parte do corpo da vítima.

Segundo a promotora de Justiça Mariana Andreola de Carvalho Silva, em julho de 2012, uma quadrilha invadiu um sítio em Água das Pedras, na cidade de Ortigueira, e roubou roupas, dinheiro, aparelhos eletrônicos e outros objetos de uma família. Após o roubo, uma das vítimas, de 61 anos, mediante grave ameaça, teria sido levada até a casa de um dos integrantes da quadrilha. Na residência, a vítima foi decapitada com uma faca por um dos homens.


A Promotoria sustenta que o crime foi cometido mediante promessa de recompensa por Maria Castorina Machado. A quadrilha, após o assassinato, escondeu o corpo da vítima, sem a cabeça, no fundo da residência em que ela foi morta, e em seguida levou a outra parte do corpo até a casa da suposta mandante, que a escondeu em uma latrina de madeira. A motivação do crime ainda não foi completamente esclarecida, mas, segundo a promotora de Justiça, há indícios de que a cabeça da vítima seria utilizada pela mandante para um ritual, conforme declararam testemunhas que moram na região.


Os integrantes da quadrilha foram denunciados pela Promotoria e, na época, foi decretada a prisão preventiva de Maria Castorina Machado. A prisão foi revogada após a requerida ter sido denunciada apenas por ocultação de cadáver. No decorrer da ação penal, porém, após audiência de instrução, foram descobertas, segundo a Promotoria, novas provas que demonstram que "Maria Bonita" teria sido, de fato, a mandante do crime.

Cadastre-se em nossa newsletter

Na decisão, a juíza Liliane Graciele Breitwisser sustenta que a prisão preventiva foi novamente decretada porque "a instrução processual revelou substanciosos indícios da ativa participação da acusada no delito de homicídio", razão pela qual a manutenção de sua liberdade "acarretaria risco à ordem pública, principalmente porque os crimes desse gênero geram enorme repercussão em toda a comunidade local, uma vez que o modus operandi demonstra extrema crueldade".


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas