Uma comissão de sindicância está investigando o caso de uma professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que recebeu gratificações mesmo sem ter trabalhado nos últimos dois anos. Ana Lúcia Nicastri, que era professora adjunta no Departamento de Biologia Celular, do Setor de Ciências Biológicas, estava afastada alegando problemas de saúde, mas mesmo assim requereu, em outubro do ano passado, a Gratificação de Estímulo à Docência (GED), utilizando indevidamente requerimentos e formulários da UFPR.
A pró-reitora de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis, Roseli Isidoro, diz que a comissão tem 90 dias para apurar o caso. ''Embora já tenhamos algumas provas, compete à comissão de sindicância verificar a culpa e, neste caso, determinar a punição, que pode variar desde suspensão, até a devolução do que foi recebido indevidamente e exoneração'', explica. A pró-reitora diz que soube do caso 15 dias após assumir o cargo, em maio, através da equipe da TV Paranaense, que teria recebido de fonte anônima um dossiê com as denúncias contra a professora. Segundo ela, ao apurar a denúncia, foram encontrados dois processos de sindicância, abertos em dezembro de 2000 e dezembro de 2001 respectivamente.
A Folha tentou localizar a professora e sua advogada, para ouvir a versão delas sobre o caso. O telefone de Ana Lúcia Nicastri não consta na lista e o da advogada não atendia na tarde desta quinta-feira.
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