Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Finalmente

Após 56 horas, termina o seqüestro em Campinas

Redação Bonde
26 abr 2007 às 19:58

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!

Às 19h50 a Polícia Militar de Campinas (SP) anunciou o fim do seqüestro de uma família que era mantida refém há pelo menos 56 horas. De acordo com informações preliminares a polícia acabou invadindo a casa e desarmando o seqüestrador, que chegou a disparar um tiro. Ainda segundo a PM ninguém saiu ferido.

A mãe das crianças, Mara Tomaz de Souza, e seu filho, Thiago, receberam atendimento médico e foram encaminhados para o hospital. Aparentemente, segundo imagens exibidas pela Rede Bandeirantes, mãe e filho passam bem.


O seqüestro - O drama da família Souza começou na terça-feira (24), às 12h, quando a casa foi invadida por um assaltante que fugia da polícia após roubar uma video-game em uma loja no bairo Novos Campos Elíseos.


Estavam na casa Mara Tomaz de Souza, 30 anos, e seus três filhos, Vitor (10), Thiago (7) e Murilo (4), que foi libertado após as primeiras quatro horas do seqüestro, em troca de um colete à prova de balas.


Depois de divulgar dois diferentes nomes como sendo o do seqüestrador, a PM finalmente o identificou na tarde desta quinta-feira (26). Trata-se de Gleison Flávio de Salles, 23 anos, natural do Recife. Ele é foragido da penitenciária de Hortolândia, na região de Campinas, suspeito de um assassinato e três tentativas de homicídio.


Durante as 56 horas do seqüestro a polícia tentou de todas as formas convencer Gleison a desistir e se entregar, mas ele se mostrou irredutível às negociações, sempre recuando quando um acordo já era tido como certo pela polícia. O abastecimento de água e luz foi interrompido. Comida e água mineral só foram fornecidas em consideração às crianças.


O seqüestrador começou a dar sinais de que ía desistir às 19h20, quando libertou o garoto Vítor, de 10 anos, filho mais velho da família. Segundo o major Luciano Casagrande, que coordenou as ações da PM durante as negociações, o seqüestrador abriu a porta da casa, libertando a criança sem fazer nenhuma exigência. Mas logo em seguida, pediu um celular não grampeado para falar com a mãe, que mora no Recife.


Ao sair, o menino contou que foi bem tratado pelo assaltante nas mais de 55 horas que ficou sob seu poder.


O seqüestrador passou por exames ainda dentro da casa das vítimas, foi encaminhado para o Instituto Médico Legal para fazer exame de corpo delito, e depois, seguiu para a delegacia.

Cadastre-se em nossa newsletter

Segundo informações do Jornal Nacional, da rede Globo, a negociação para libertar os reféns presos dentro de casa em Campinas foi a mais longa da história do estado de São Paulo. A segunda mais longa aconteceu em 2 janeiro de 2007 em Osasco, na Grande São Paulo, e durou 37 horas.


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas