Polícia

Gaeco cumpre 14 mandados contra acusados de tortura

17 jul 2013 às 19:03

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cumpre nesta noite de quarta-feira (17) os 14 mandados de prisão que foram expedidos a pedido pela Justiça de Colombo, a pedido do Ministério Público do Paraná (MPPR) para deter os envolvidos na suspeita de tortura aos presos acusados da morte de Tayna Adriane da Silva.

Entre os mandados, o Gaeco deve prender dez policiais civis, sendo um deles o delegado do Alto Maracanã, Silvan Rodney Pereira, além de um policial militar, um guarda municipal de Araucária, um agente de carceragem e um preso de confiança, que, entretanto, já estaria detido.


Segundo o promotor de Justiça do Gaeco, Leonir Batisti, os policiais civis devem se apresentar à corregedoria da Polícia Civil e os outros quatro serão levados presos para a sede do Gaeco em Curitiba. O promotor não descarta que outras pessoas que possam estar envolvidas sejam incriminadas e suas prisões sejam ajuizadas.


No decreto Judicial, ainda foi estabelecido o afastamento de seis policiais civis.


Os quatro presos estão, desde a noite de terça-feira (16), sob proteção do Gaeco e foram levados para outros estados do País. A suspeita é que eles tenham sofrido tortura enquanto estiveram presos pela morte de Tayná. Apesar da acusação, o Instituto de Criminalística apontou que o sêmen encontrado no corpo da adolescente não seria de nenhum dos suspeitos.

Tayná foi morta no final de junho na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba, e seu corpo encontrado no município no dia 28 de junho. Os presos pela morte da jovem eram funcionários de um parque itinerante que estava em Colombo. (com informações do repórter Rúbens Chueire Jr., da Folha de Londrina).


Continue lendo