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Em Londrina

Policiais presos devem ser excluídos da corporação

Redação Bonde
11 mar 2010 às 22:31
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Um policial civil e um militar, que atuavam na Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) de Londrina e foram presos por extorsão, vão responder processo administrativo e podem ser excluídos da corporação. "Se há a denúncia, é importante que seja investigada. Nós sempre daremos todo o apoio necessário para punir a criminalidade", disse o delegado chefe da Divisão Estadual de Narcóticos, Marcus Vinicius Michelotto.

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Depois de detidos os suspeitos foram encaminhados para o delegado Alan Henrique Flore, que atua junto ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e também é representante da Corregedoria da Polícia Civil em Londrina, para instauração do inquérito, visto que os suspeitos não estavam em flagrante quando foram abordados. Um terceiro elemento, que se passava por policial, também foi detido.

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Os suspeitos foram detidos por policiais da 10 ª SDP de Londrina, depois do recebimento de uma denúncia por um comerciante da cidade. A denúncia era de que três homens que se diziam policiais estariam tentando entrar em uma residência para extorquir dinheiro na manhã desta quarta-feira (10). Esses mesmos policiais já teriam extorquido outro comerciante que produzia produtos pirateados em sua residência. Segundo o delegado do Gaeco de Londrina, Alan Henrique Flore, os nomes dos suspeitos não estão sendo divulgados para evitar prejuízos durante o curso da investigação. De acordo com ele, além da investigação criminal, a Corregedoria Geral da Polícia Civil irá instaurar um procedimento administrativo a fim de apurar a conduta do policial civil, que havia acabado de ser transferido da Denarc para a subdivisão de Cascavel.


De acordo com o delegado Sérgio Barroso, chefe da 10 ª SDP de Londrina, outra denúncia contra os policiais já havia sido feita. "A primeira denúncia recebida dava conta que três policiais teriam extorquido R$ 30 mil em uma residência onde eram fabricados CDs e DVDs piratas, que posteriormente eram revendidos em um camelô no Centro", explicou. Segundo a polícia, os policiais da Denarc pediram dinheiro para não apreender a mercadoria e não prender o autor da falsificação.

Os três acusados foram encaminhados para Centro de Detenção e Ressocialização, onde permanecem à disposição da Justiça. Eles irão responder por extorsão, cuja pena varia de quatro a dez anos de reclusão. Além da investigação criminal procedimentos administrativos serão instaurados para apurar as condutas dos policiais.


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