São Paulo vivenciou mais uma onda de ataques na noite desta terça-feira (30), possivelmente liderada pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Somente neste ano, o PCC já rpomoveu quatro ataques ao Estado.
Os ataques desta noite atingiram pelo menos três agências bancárias, uma base da Polícia Militar, um carro e um vigia. À exceção do vigia, ninguém se feriu e nenhum suspeito foi preso até agora. Durante a madrugada, não houve novos ataques.
Segundo o Terra, escutas flagradas pela polícia indicavam que poderia haver mais atentados contra prédios públicos, privados e agentes de segurança nesta semana. Panfletos distribuídos pelo PCC em diferentes pontos de São Paulo prometiam ações "em proporções ainda não vistas" contra supostos maus tratos no sistema prisional. O PCC completa 13 anos nesta quinta-feira (31).
Os novos ataques poderiam ter sido motivados pela transferência de 76 presos em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), realizada na tarde desta terça-feira do Centro de Readaptação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes para Avaré, no interior de São Paulo.
Representantes da Segurança Pública do governo de São Paulo devem se reunir com o Exército nesta quarta-feira (30) para definir estratégias para reprimir e combater novos ataques.