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Postagem de Flávio Bolsonaro sobre Hamas repercute

Gregory Prudenciano - Agência Estado
03 abr 2019 às 14:29

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Reprodução/Facebook
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O Twitter do Brasil repercute nesta quarta-feira, 3, a publicação do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) que reage às críticas recebidas por seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), vindas do grupo islâmico Hamas. Outro destaque é a promoção do documentário "1964: O Brasil entre Armas e Livros", que defende o golpe militar de 64.


"Quero que vocês se explodam!", tuitou na noite desta terça-feira, 2, o senador Flávio Bolsonaro. A reação inflamada do parlamentar teve origem nas críticas do grupo islâmico Hamas, considerado terrorista por Estados Unidos e Israel, ao presidente Bolsonaro, que visitou o Muro das Lamentações em Jerusalém, local considerado sagrado pelo judaísmo. Em nota, o Hamas criticou também a anunciada abertura de um escritório de negócios do Brasil em Jerusalém anunciada pelo presidente.

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Embora tenha apagado a postagem pouco tempo depois de publicá-la, o senador Flávio motivou a hashtag #HamasVoteiNoHaddad, por meio da qual usuários críticos ao governo alertam para um suposto risco do Brasil entrar na lista de alvos do terrorismo islâmico internacional.


A política brasileira também se faz presente entre os assuntos mais comentados do Twitter com a hashtag #964OBrasilEntreArmasELivros. A hashtag é referência ao documentário homônimo produzido pela iniciativa Brasil Paralelo, que defende o golpe militar de 1964.


O filme já havia repercutido nas redes sociais por causa da divulgação feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também filho do presidente, e por ter integrado uma "agenda comemorativa de 1964" divulgada por políticos do PSL.

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Segundo tuíte do assessor especial da Presidência, Filipe Martins, o documentário foi produzido "com marcada influência do Prof. Olavo de Carvalho e seus alunos". Na publicação de Martins, inclusive, há uma foto que registra o filme sendo exibido no avião da delegação brasileira que retorna hoje da viagem presidencial a Israel. O documentário foi publicado nesta terça-feira no YouTube e soma até o momento quase 1,5 milhão de visualizações.


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