Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Após polêmicas

PR volta a cobrar maior participação no governo Dilma

Agência Estado
04 jun 2012 às 17:36
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

O presidente nacional do PR, senador Alfredo Nascimento (AM), voltou a cobrar maior participação de sua legenda no governo da presidente Dilma Rousseff. Em evento que homologou a aliança do PR ao PSDB do pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, José Serra, Nascimento disse: "Pelo tamanho da nossa bancada, deveríamos ter maior participação no governo."

Apesar da cobrança, Nascimento afirmou que a decisão de seu partido em apoiar a candidatura de José Serra em São Paulo, em detrimento do PT de Fernando Haddad, não prejudica a aliança com o governo da presidente Dilma Rousseff no plano federal. "Isso não impede que a nossa relação com o governo (Dilma) possa continuar. As decisões são regionais", argumentou.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


Segundo o senador, o apoio de seu partido nas eleições municipais está condicionado a uma participação num eventual governo Serra em São Paulo. "Vamos participar da eleição para participar também do governo", disse.

Leia mais:

Imagem de destaque
Análise

Governo Lula perde debate digital de saidinha, dólar e arroz e ganha com BC e PL Antiaborto

Imagem de destaque
Mulheres são mais afetadas

Câmara aprova inclusão de políticas públicas para Burnout no SUS; especialistas comentam

Imagem de destaque
Entenda

MP junto ao TCU pede suspensão de acordo entre governo e grupo dos irmãos Batista

Imagem de destaque
Entenda

Google diz não permitir anúncios políticos no Brasil, mas publicidade continua a ser veiculada


Nascimento concordou com a declaração feita nesta segunda pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que "não haveria razão para ressentimentos" do PR com o PT. "Tenho o maior carinho pelo Lula e pela presidenta Dilma", contou.


O senador minimizou o escândalo que o levou a deixar o Ministério dos Transportes. "Eu estava no lugar errado, na hora errada. Fui surpreendido por esses acontecimentos. Não tenho reclamações a fazer, eu saí porque quis. A presidenta pediu que eu continuasse, mas eu não achei justo afastar uma pessoa que trabalhava comigo e eu continuar a investigar o ocorrido."

Nascimento foi indagado se, caso não tivesse saído do Ministério dos Transportes, o partido seria aliado do PT nas eleições municipais de outubro em São Paulo. "Não sei, depende das conversas que tivessem ocorrido aqui. Nossa coligação com o PT está apenas no plano nacional", tergiversou.


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade