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Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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Apoio para atendimentos

Prefeitos pedem à Saúde ações contra surtos respiratórios

07 jan 2022 às 07:14
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Em ofício ao Ministério da Saúde, prefeitas e prefeitos de todo o Brasil estão mobilizados em busca de ações efetivas de enfrentamento ao crescimento de casos de Covid-19 e ampliação dos quadros gripais e de doenças respiratórias entre a população. O Consórcio Conectar, que faz parte da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos), solicitou nesta quinta-feira (6) apoio do governo federal na estruturação do atendimento da rede de atenção à saúde.  O documento reivindica o reforço do envio de testes de antígeno e suporte com estruturas fixas e móveis de testagem, na forma de equipamentos ou no financiamento para a contratação de equipes temporárias.

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O prefeito de Marilândia do Sul, norte do Paraná, Aquiles Takeda (PSD), diz que as solicitações no Estado, em geral, são as mesmas do restante do país. "Reivindicamos que seja acelerado o processo de vacinação das crianças. E lógico, junto com estado do Paraná, precisamos voltar a trabalhar fortemente com os protocolos e prevenções junto com a população e uma retaguarda caso seja necessária a ampliação da rede.  Os dados que temos é que essa onda provoca aumento do número de  contaminações, mas sem casos mais graves que necessitem de internação", destaca Takeda , que é presidente da Acispar - órgão que representa todos os consórcios de saúde do Paraná. 

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Segundo o prefeito, os consórcios de saúde do Estado estão mobilizados para dar suporte aos municípios que necessitarem de aporte para insumos e testes de antígeno tanto da gripe quanto da Covid-19. "Temos sempre que trabalhar antecipadamente, nos precavendo. Isso porque tudo no sistema de saúde é muito burocrático.  Temos feito junto à AMP (Associação dos Municípios do Paraná) reivindicações para solicitação de mais recursos e junto ao governo do Estado pedidos de maior quantitativo de testes. Entretanto, no Paraná estamos uma situação um pouco mais confortável. Não há neste momento uma falta de insumos e testes. É lógico que estamos nos preparando para isso. Os testes não vão parar, quanto mais se testar a população, mais seguro cada município estará. Cobramos do governo federal uma política pública mais constante neste sentido, com aporte de recursos e equipes." 


Leia mais na Folha de Londrina.

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