O presidente da Câmara Municipal de Londrina (CML), Mário Takahashi (PV), disse que o Legislativo vai garantir toda a transparência envolvendo as representações contra o vereador Filipe Barros (PRB), em razão do episódio em que xingou manifestantes de vagabundos na greve geral do dia 28 de abril, mas que o ordenamento cronológico dos encaminhamentos referentes à queixa do estudante Pedro Henrique Linares Gil impedem o reenvio para a Mesa e posterior submissão ao plenário. Era este o pedido do Coletivo de Sindicatos de Londrina em reunião com o parlamentar, na tarde de hoje.
O presidente afirmou a tramitação do pedido do estudante vai correr de forma transparente e embasado no parecer da procuradoria jurídica do Legislativo. "O comprometimento da CML não podia ser diferente, no que se refere às fases processuais e procedimentais dos trâmites da representação", diz o presidente.
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Entretanto, ele defende a obediência à ordem cronológica dos encaminhamentos em relação ao primeiro pedido porque uma eventual modificação pode resultar em nulidades no processo. "Temos de respeitar as normas existentes há anos e segui-las literalmente. Por isso, não pode 'ir e vir', independentemente do tipo de solicitação, a não ser que seja identificado um erro formal. Temos de seguir os ritos do Regimento Interno e do Código de Ética", afirma.