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Devanir Parra/Divulgação/CML
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Transporte coletivo

Vereadoras criticam modelo de subsídio para ônibus colocado às pressas na Câmara

Guilherme Marconi - Grupo Folha
05 jan 2022 às 16:51
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A presidente da Comissão de Transportes Públicos da Câmara Municipal, Mara Boca Aberta (Pros) e a relatora do colegiado, Jessica Moreno, a Jessicão (PP), criticaram a forma como foi apresentada a proposta de subsídio do transporte coletivo de Londrina. Segundo as parlamentares, o texto protocolado pelo prefeito Marcelo Belinati (PP) na Câmara não contém detalhamento, o que tornaria inviável a aprovação de uma nova tarifa às pressas em sessões extraordinárias na semana que vem.

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Mara Boca Aberta esteve reunida com o diretor de transportes coletivo da CMTU, Wilson de Jesus, na tarde desta terça-feira (4) e considera que um projeto deste tamanho requer um estudo mais aprofundada das planilhas. "O prefeito sempre sustentou que não precisaria de autorização da Câmara para definir valor de tarifa. Ele não nos perguntou quando repassou os R$ 20 milhões para reequilíbrio financeiro de 2020. Agora, ele tem autonomia para baixar ou aumentar a tarifa, sem autorização dos vereadores como diz a lei orgânica do município. Essa é uma responsabilidade do prefeito e ele quer passar essa bomba para a Câmara."

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A vereadora defende a convocação de uma audiência pública para que a população possa opinar se quer usar recursos de impostos para bancar o transporte público, que hoje é custeado exclusivamente pela tarifa paga pelos usuários. "Quando ele fala que irá baixar, tem que explicar com qual dinheiro. O nome disso é subsídio."


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