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Dia de Combate ao Fumo

Médico orienta em como diagnosticar câncer de pulmão

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
28 ago 2021 às 10:30
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O tabagismo é um dos principais fatores que levam à ocorrência do câncer de pulmão, que deve acometer cerca de 30 mil pessoas de 2020 a 2022, de acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O assunto é ainda mais importante de se discutir por no dia 29 de agosto celebra-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo. É por isso que o médico pneumologista Elias Ribeiro, especialista também em cirurgia torácica, alerta para a importância de se parar de fumar.

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“Mesmo nos dias atuais, ainda é muito difícil diagnosticar o câncer de pulmão na fase inicial porque é uma doença silenciosa. O pulmão vai deixando ela crescer e se alastrar sem causar muito sintomas”, ressalta o médico. Entretanto, que sintomas podem servir como sinal de alerta? De acordo com ele, tosse permanente e sem catarro, dor torácica, rouquidão ou disfonia, escarro com estrias de sangue, falta de ar, barulho estranho ao respirar, infecções repetidas no pulmão, como pneumonias, e perda de peso, entre outros sintomas.

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Elias aponta que, infelizmente, muitas pessoas não levam em consideração esses sintomas. “Quando se deixa de lado, a doença começa a atingir estágios mais avançados e fica cada vez mais difícil de se realizar o tratamento ideal. Então, a sobrevida fica comprometida”, diz. Por outro lado, um paciente que faz o diagnóstico precoce tem mais de 90% de chance de sobrevida. Dessa forma, como realizar o diagnóstico precoce?


Para o médico, é preciso levar em conta hábitos de fumo, histórico de câncer familiar, se a pessoa trabalha com produtos poluentes (poeiras, em excesso, areia, metais pesados) e repetidas infecções pulmonares. “Se alguém se enquadra nesses casos, é recomendado, pelo menos uma vez por ano, marcar uma consulta com um médico especializado para exames clínicos e complementares.” Não fumar ainda é um importante costume aliado da prevenção.

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Depois de realizado o diagnóstico, cada caso terá uma indicação de tratamento: cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia alvo e imunoterapia. “O tratamento hoje se faz de forma combinada. E vale lembrar que o tabagismo é uma doença, não um hábito. E uma doença que pode provocar outras piores. Por isso, é preciso parar de fumar!”, diz.

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