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Mantendo o bronze

Cuidados com a pele no pós-verão devem se estender ao longo do ano

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
14 abr 2022 às 15:13
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A estação amada por muitos, e nem tanto por outros, chegou ao fim. Muitas pessoas aproveitaram a temporada do verão para “pegar uma cor”, fazer a famosa marquinha e manter o bronzeado em dia.

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Para alcançar essas conquistas, sem dúvida, os cuidados foram redobrados, mantendo a atenção necessária para evitar problemas da pele e de saúde. E agora, depois do fim do verão, chega a famosa pergunta: como manter o bronzeado?

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A dermatologista credenciada da Paraná Clínicas, empresa do Grupo SulAmérica, Priscila Bossardi, destaca que as peles que apresentam essas condições possuem tendência a estarem ressecadas e é preciso que a rotina de hidratação seja intensificada. “Nós dermatologistas, não recomendamos o bronzeamento pelo sol, o ideal para as pessoas que querem esse resultado, são os cremes e os get bronzes. Porém, sabemos que muitas pessoas gostam de se expor ao sol e, neste caso, recomendamos os protetores solares e quantidades adequadas. Depois desta longa exposição, o ideal é usar cremes hidratantes, para recuperar a pele”, explicou a médica.


Além da cor mais bronzeada, a pele pode também sofrer outros danos durante a temporada de verão, como as manchas ocasionadas por pequenos acidentes, como as fatídicas marcas de limão. “Quando há o encontro do sol com o limão, acontece uma reação química que chamamos de Fitofotodermatose. Ela é caracterizada por bolhas, queimação na pele e depois por manchas acastanhadas e possuem tratamento que deve ser realizado por um dermatologista, que indica o melhor tratamento para a situação”, afirmou Bossardi.


A ida a um dermatologista, porém, não deve ocorrer apenas quando necessário ou em situações de emergência, mas como as demais especialidades, precisa de acompanhamento contínuo. “Nossa recomendação é de que todas as pessoas, independentemente de sexo ou cor, vá ao dermatologista uma vez ao ano, para consultas e exames de rotina. Claro que se houver alguma situação de alerta, o paciente precisará acompanhar mais de perto, porém, quanto mais frequente a visita ao médico, menores as chances de descobertas de problemas que possam já estar evoluídos”, finalizou a dermatologista, credenciada da Paraná Clínicas, empresa do Grupo SulAmérica, Priscila Bossardi.

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