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14 de abril

Dia Mundial do Café, a bebida mais consumida no mundo depois da água

Redação Bonde
14 abr 2022 às 11:55
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Comemorado anualmente no dia 14 de abril, o Dia Mundial do Café é uma homenagem à bebida mais consumida no mundo, depois da água. O fruto, saboreado a partir de seus grãos torrados, oriundos da árvore cafeeira, é tradicionalmente preparado a partir da infusão com água quente. Além de possuir ações nutracêuticas, segundo especialistas, ligadas à qualidade de vida e ao bem-estar, o momento do café, presente no dia a dia da maioria das pessoas, é considerado revitalizante.

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O Brasil é, atualmente, de acordo com a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café), o maior produtor e exportador de café do mundo e segundo maior consumidor, perdendo apenas para os Estados Unidos. O produto é consumido por nove entre 10 brasileiros, com idade acima de 15 anos. Segundo os indicadores da ABIC, o consumo da bebida no país cresceu ainda mais após a chegada da pandemia de covid-19, com alta de 1,71%, entre novembro de 2020 e outubro de 2021, comparado ao mesmo período analisado no ano anterior, onde também houve ascensão de 1,34% com relação a 2019.


A origem da instituição da data para celebração da bebida, em âmbito mundial, entretanto, é desconhecida. Além disso, cada nação criou o seu próprio dia para enaltecer a temática. Nesse sentido existe, ainda, no Brasil, o Dia Nacional do Café, celebrado em 24 de maio, mês em que marca a época da colheita do grão. E, ainda, em nível universal, existe também o Dia Internacional do Café, comemorado em 1º de outubro.


Saúde


Além de saboroso, o café é um alimento funcional e estimulante, chamado por nutricionistas de nutracêutico. Isso porque, trata-se de um produto que, se consumido em quantidades moderadas, influencia na prevenção de doenças físicas, mentais e até mesmo degenerativas.


Conforme material publicado no site da Abic, o principal componente psicoativo do café é a cafeína e os efeitos comportamentais mais notáveis ocorrem após a ingestão de doses baixas a moderadas, entre 50 e 300 mg do composto. A melhora é observada na performance cognitiva e psicomotora, voltados ao estado de alerta, da energia, da capacidade de concentração, do desempenho em tarefas simples, da vigilância auditiva, do tempo de retenção visual e diminuição da sonolência e do cansaço. A publicação salienta, ainda, a eficácia da cafeína no alívio de dores de cabeça, com efeito analgésico, estando presente, inclusive, em composições de diversos medicamentos.


Com relação à depressão, a Abic destaca para o fato de que vários estudos epidemiológicos descrevem uma associação inversa significativa entre o consumo de café e o risco de suicídio. As razões da associação ainda não estão totalmente esclarecidas. Entretanto, doses moderadas de cafeína possuem, de acordo com a publicação, o poder de interferir positivamente no humor, na disposição, e na performance cognitiva devido ao seu efeito psicoestimulante. 


O consumo de café tem-se mostrado eficaz, também, segundo a Abic, na redução dos riscos de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer. Conforme a associação, uma pesquisa publicada no periódico Journal of Alzheimer’s Disease demonstrou que a interação com a cafeína aumentou os níveis de um fator do sangue chamado GCSF, responsável por evitar o progresso do Alzheimer, em camundongos. 


Outros estudos observacionais, em humanos, já haviam relatado, conforme a Abic, que a ingestão diária de café por adultos e idosos diminui os riscos da demência. Para ser eficiente contra a doença, o consumo da bebida pode ter início, segundo a associação, na idade adulta, entre os 30 e 50 anos. O consumo precoce, entretanto, aumenta os níveis de proteção.


Já a respeito do metabolismo, o portal afirma que, de um modo geral, a maioria das investigações indica que indivíduos que consomem pelo menos 4 a 5 xícaras de café por dia podem estar sujeitos a um risco significativamente inferior de desenvolver diabetes tipo II,  quando comparados com indivíduos que consomem 2 xícaras ou menos. Foi verificada, ainda, segundo a Abic, uma associação inversa entre o consumo de café e a presença de cálculos renais num estudo de caso controle. 


Com informações da Alego (Assembleia Legislativa do Estado de Goiás)

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